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05 julho, 2026

O verdadeiro incômodo da elite não é o gesto, é a inclusão: Políticas Públicas incomodam — e muito!

Mostrar o dedo do meio para uma elite careta incomoda muito — uma elite que vive zombando da cara dos que nada têm para chamar de seu. Diante de tantos discursos necessários do presidente Lula, o que causa verdadeiro rebuliço não é a defesa de que o pobre também merece coisas boas e direitos fundamentais.

A questão central é que reagir contra essa turma ainda é pouco diante da situação em que muitos se encontram no país. O combate às desigualdades se faz com políticas públicas, e o governo Lula vem atuando firmemente nessa frente. Se há algo que incomoda profundamente essa gente, é a criação de mecanismos que possibilitam direitos e acessibilidade para todos, seja na saúde, segurança, lazer, direitos trabalhistas ou no sistema de cotas.

O Brasil atualmente vem sendo palco de uma das maiores reparações históricas de todos os tempos. Quanto a isso não há dúvida alguma: a luta pela taxação dos super-ricos que acumulam fortunas — riquezas essas vindas, muitas vezes, da exploração do trabalho — é mais que válida e deixa essa turma indignada. A isenção de Imposto de Renda decretada pelo Governo Federal para quem ganha até R$ 5 mil, combinada com descontos para rendas de até R$ 7.350, é um dos maiores avanços para quem luta por igualdade social. É uma conquista histórica para um povo que muito sofreu e, em certos pontos, continua sendo injustiçado há mais de 500 anos.

Quem imaginou que um dia o trabalhador brasileiro teria o direito garantido por lei de se ausentar do trabalho por até 3 dias ao ano para realizar exames preventivos essenciais, sem qualquer corte no salário? Essa medida, que fortalece a CLT, agora obriga todo empregador a informar e conscientizar seus funcionários sobre a prevenção à saúde. É a dignidade do trabalhador sendo colocada em primeiro lugar.

O mundo está de olho no nosso país e não estamos isolados em nossas decisões. Não é à toa que os EUA tentam impor um tarifaço contra os produtos brasileiros, usando como pretexto a funcionalidade e o sucesso do nosso PIX, que hoje ameaça o monopólio das grandes corporações financeiras americanas. Mas o incômodo internacional vai além: reflete a eficácia de um modelo soberano e humanitário. Com programas sociais robustos, o governo brasileiro resgatou o país do mapa da fome e elevou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), provando que o desenvolvimento real só acontece com inclusão e justiça social.

Estamos sendo palco de grandes transformações que chamam a atenção de vários outros países, e a mobilização pelo fim da escala 6x1 é uma das frentes mais urgentes dessa virada histórica. É uma pena que ainda enfrentamos um Congresso que tenta, a todo custo, barrar esse avanço e criar emendas que visam, nada mais, nada menos, que agredir os direitos trabalhistas. A intenção de muitos ali é apenas atender aos interesses do mercado, alegando falsamente que o país vai quebrar. Esse mesmo discurso alarmista foi usado no passado contra os nossos antepassados quando lutavam pela jornada de 8 horas diárias, por melhorias salariais, pelo direito ao décimo terceiro e por segurança no ambiente de trabalho. O roteiro deles é velho, mas a nossa luta é atual.

O presidente Lula, vestindo terno escuro, gravata e chapéu fedora preto, segura um microfone com a mão esquerda enquanto faz o gesto do dedo do meio com a mão direita. Ele fala em um púlpito de madeira, tendo a bandeira do Brasil ao fundo.
Imagem reprodução.


03 julho, 2026

O Xadrez de 2026: A Autonomia de Michelle e o Efeito Cascata no Bolsonarismo

A tendência de Michelle Bolsonaro é demonstrar independência e autonomia. As eleições de 2026 poderão ser decisivas caso a sociedade brasileira vote contra a maioria bolsonarista no Congresso Nacional, consolidando o efeito cascata que o grupo vem sofrendo. A direita, embora acene para o bolsonarismo, deve seguir outros rumos. O movimento adotará novos nomes, mas ainda não se sabe se a arrogância e a mediocridade continuarão a imperar.

A questão é que essa turma aprendeu a fazer uso dos algoritmos das redes sociais com praticidade; sabe como engajar através de polêmicas, muitas vezes geradas por meio de fake news e distorções de notícias. Esse grupo aprendeu a fazer recortes do que é verdadeiro para unir ao falso, manipulando o público por meio de áudios, vídeos e textos. Com o avanço da Inteligência Artificial (IA), será cada vez mais difícil desconstruir essas narrativas e separar o que é verídico do que é falso.

Essa turma não é boba; muitos abandonam o barco porque sabem que não há como sustentar a farsa que foi o governo Bolsonaro. Tornaram-se negadores daquilo que eles mesmos sustentaram durante quatro anos de uma gestão insana, que pouco se importou com a sociedade brasileira e muito sinalizou para o mercado. Michelle Bolsonaro também não é boba, assim como muitos outros. Afinal, a política também tem o seu lado podre, e há quem faça dela um tabuleiro infecto, carregado de manobras escusas.

A sociedade brasileira, por sua vez, segue firme exercendo sua função democrática de votar nos políticos nos quais acredita e que serão os melhores para o país. Quem sabe o governo Bolsonaro tenha sido necessário para que muitos de nós sentíssemos na pele o que vem a ser este tipo de gestão sem compromisso com a sociedade, negacionista e carregada de falsos valores em nome da família, da pátria e da fé.

Arte conceitual ilustrativa representando o cenário político de 2026, com elementos simbólicos que remetem às redes sociais, à desinformação digital e ao processo eleitoral brasileiro. (Nota: Esta imagem é meramente ilustrativa, de caráter fictício e foi gerada por Inteligência Artificial)
Arte conceitual ilustrativa representando o cenário político de 2026, com elementos simbólicos que remetem às redes sociais, à desinformação digital e ao processo eleitoral brasileiro. (Nota: Esta imagem é meramente ilustrativa, de caráter fictício e foi gerada por Inteligência Artificial)


06 junho, 2026

Da superação ao recorde no IDH: O impacto do terceiro mandato de Lula

Hoje faz exatamente 1 ano que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), recebeu o título Doutor Honoris Causa pela Universidade Paris 8. É mais que necessário registrar momentos importantes como este, pois o Lula hoje em dia é um dos maiores exemplos de superação. Nordestino, veio de uma família pobre, foi operário e sindicalista e atualmente vem assumindo a presidência do nosso país pela terceira vez. E com o voto da sociedade brasileira vai caminhar para o quarto mandato. 

E um dos principais motivos são as políticas públicas implementadas em sua gestão, que muito vêm contribuindo no combate às desigualdades, o governo Lula tirou mais uma vez o Brasil do mapa da fome e o Brasil pela primeira vez atingiu o maior índice de desenvolvimento humano de sua própria história, segundo relatórios da ONU.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à direita no palco, vestindo um terno azul-escuro com gravata vermelha, segurando e sorrindo para o diploma emoldurado de Doutor Honoris Causa. À esquerda, o reitor da Universidade Paris 8, Arnaud Laimé, veste um terno bege claro e sorri em direção ao presidente. Ao fundo, uma tela escura exibe um logotipo circular azul com a inscrição parcial "HONORIS DOCTORAT CAUSA.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à direita no palco, vestindo um terno azul-escuro com gravata vermelha, segurando e sorrindo para o diploma emoldurado de Doutor Honoris Causa. À esquerda, o reitor da Universidade Paris 8, Arnaud Laimé, veste um terno bege claro e sorri em direção ao presidente. Ao fundo, uma tela escura exibe um logotipo circular azul com a inscrição parcial "HONORIS DOCTORAT CAUSA". Imagem reprodução 


30 maio, 2026

A Farsa do Combate ao Crime e o Jogo do Entreguismo: A Face de Quem Já Perdeu a Dignidade no Jogo Político

Muitas vezes, as pessoas se deixam levar por esse grupo dos Bolsonaros. Com essa turma não se brinca: eles mentem descaradamente, manipulam e enganam sem mais nem menos. O senador Flávio Bolsonaro pouco se importa com o combate ao crime organizado, assim como demonstra não ligar para a soberania do nosso país. Dependendo dele e de seus aliados, o Brasil corre o risco de se tornar o quintal dos Estados Unidos, entregue à macroeconomia deles e refém de suas leis restritivas e retaliações.

Os eleitores precisam ficar cientes do que realmente significa a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos EUA. É necessário que a sociedade aborde esse tema com propriedade, pois o objetivo de fundo é fazer com o Brasil o mesmo que fizeram com a Venezuela. Inclusive, muitas das instituições financeiras brasileiras correm o risco de se tornarem reféns das sanções norte-americanas.

Essa ala política tenta promover uma verdadeira lavagem cerebral na população, desviando o foco dos principais assuntos, como o caso do Banco Master e os possíveis envolvimentos do próprio Flávio Bolsonaro, de Jair Bolsonaro e de Eduardo Bolsonaro. Querem pintar o governo Lula como se fosse defensor do PCC e do CV quando, na verdade, não é. O debate central gira em torno da soberania nacional e da luta que já vem sendo travada dentro do nosso próprio território contra o crime organizado.

É fundamental destacar que o governo federal criou o programa Brasil Contra o Crime Organizado, com um investimento de 11 bilhões de reais. Essa iniciativa tem surtido efeitos práticos de forma eficaz, bloqueando e rastreando bens e combatendo a lavagem de dinheiro das facções criminosas. Convido os leitores a pesquisarem sobre o programa Brasil Contra o Crime Organizado e a perceberem a importância dele. Que tal?

Não adiantará recorrer a esse jogo de entreguismo que caminha na contramão do desenvolvimento nacional. O Brasil tem pleno potencial para crescer e a família Bolsonaro não continuará destruindo o país com falsas propostas de salvação. Flávio Bolsonaro terá que responder por suas ações; o governo Lula não tem nada a temer. A estratégia que a oposição adota hoje serve apenas para desgastar a sua própria imagem, que já carrega o peso do histórico político de seu progenitor. Diante disso, a defesa da soberania e das instituições brasileiras permanece como o único caminho viável para o futuro da nação.

Imagem gerada por IA: Reunião com pessoas analisando mapas e relatórios sobre soberania e segurança nacional. Na mesa, notebook e jornais em destaque informando sobre o combate ao crime e denúncias políticas.
Imagem gerada por IA: Reunião com pessoas analisando mapas e relatórios sobre soberania e segurança nacional. Na mesa, notebook e jornais em destaque informando sobre o combate ao crime e denúncias políticas.


14 maio, 2026

A Pipoca Já Está Pronta: O Filme do Banco Master Bate na Porta dos Bolsonaros

Se você acha que o caso do Banco Master não tem muito a ser revelado, que tal preparar a pipoca antes que o circo pegue fogo? Quem sabe seja o "começo do fim". Sabe-se que, quanto mais mexem, mais ainda fede, e tem muita gente se escondendo (o filme tá feio, para não falar cabuloso). Agora, o que me deixa pasmo mesmo é a grande quantidade de dinheiro que essa gente tem desviado, fora o que não se foi calculado. Mas que filme, pense num filme! Só que com a belíssima participação da Polícia Federal, que desmontou toda essa organização criminosa e continua com as investigações.

Eu queria escrever sobre a história da raposa ou, quem sabe, da galinha, porém estou aqui perplexo com os áudios do Flávio Bolsonaro e o Vorcaro (gente!...). É, mas de quem é a culpa? A culpa é do Lula (ironia). Sei que a escrita é sobre outra raposa, ou quem sabe as raposas do cofre público, de políticos a empresários. Muitos desses somente não são donos do galinheiro porque, de malandros, acabaram levando rasteira da própria esperteza. Ou seja: acabaram se perdendo na crença de que iriam continuar sendo impunes de seus atos criminosos. Para essa gente, somente vai restar a cadeia (não é a cadeira da presidência; para quem quer a referência, poucas palavras bastam).

Não irei comer toda a pipoca, porque estou guardando um pouco para os debates políticos. Muitas dessas pessoas acham que vão nos enganar (hahahahaha)... Não mesmo! São tão negacionistas que negam a própria voz, muitas das vezes a própria imagem (seja foto ou seja vídeo), embora existam as deepfakes (aí, já é outro caso).

Escrever qualquer coisa sobre essa gente é um saco, mas eu quero mesmo é ver o desfecho disso tudo. Tomara que não acabe em pizza, enquanto a gente come pipoca e fica numa perspectiva do caralho de ver essa gente escrota realmente sendo devidamente condenada.

Imagem gerada através da inteligência artificial, como charge e ironia a Flávio Bolsonaro e Vorcaro
Imagem gerada através de inteligência artificial.


05 maio, 2026

Laços de Humanidade: O Olhar Imprevisível do Cotidiano

A vida é como uma crônica em que o escritor escreve de forma imprevisível; o tempo passa na medida em que se relatam os acontecimentos cotidianos com o olhar que busca captar os mínimos detalhes. Sinto isso ao fazer a leitura do livro "Crônicas para ler em qualquer lugar". Esse livro mostra a essência de cada um dos três escritores: Xico Sá, Maria Ribeiro e Gregório Duvivier. As crônicas, por incrível que pareça, acabam complementando umas às outras.

Anteriormente, senti a necessidade de escrever sobre a borboleta amarela, mas o faço agora graças à leitura da crônica de Xico Sá, "O desafio da borboleta amarela". Nela, ele cita Rubem Braga e Clarice Lispector, apontando Humberto Werneck como o atual vencedor dessa arte de segui-la. É claro que acabei recorrendo também à crônica de Rubem Braga, "A Borboleta Amarela" — Retornando às leituras do livro "Crônicas para ler em qualquer lugar", surpreendo-me com a crônica de Gregório Duvivier sobre os caçadores de likes. Intitulada "A gente não quer só comida, a gente quer postar e quer ganhar like", ela me fez refletir sobre a borboleta amarela diante da tecnologia atual. Notei o falso prêmio das rolagens infinitas e o quanto estamos presos à tela, perdendo a borboleta de vista. Se antes era difícil enxergá-la, hoje tornou-se ainda mais; mesmo assim, continuamos alimentando nossa sede de forma ilusória. Maria Ribeiro, por sua vez, conecta esses pontos ao destacar a política como forma de união — seja em um show de Gilberto Gil e Caetano Veloso, ou na gratidão pela existência de Chico Buarque. Sua crônica "Obrigada, Bolsonaro" é carregada de ironia; talvez esse ser tenha sido um mal necessário para que, diante de momentos sombrios, lembremos que somos humanos necessitados de união para nos mantermos de pé.

É impossível não citar a crônica "A desaletrada da Rocinha", escrita por Xico Sá, que conta a história de uma senhora de idade. A história de Lindacy Menezes e a sua descoberta pelas letras aos seus 64 anos mostra a importância da arte da leitura e da escrita; o pedido de desculpa e se considerar desaletrada, e mesmo assim ter a ciência de que tomou gosto por dizer as coisas e contar a própria história, é de um valor extraordinário. Também é bom pontuar a importância de projetos literários nos bairros periféricos; foi graças à oficina "Festa Literária das Periferias" (FLUP) que foi descoberta a Lindacy e o reconhecimento de que fora revelada uma narradora de primeira, tendo Zuenir Ventura como alguém da plateia a prestigiar e também reconhecer o talento. Mas a crônica não para por aí; também cita questões de violência e a situação da Rocinha, assim como o caso Amarildo. Mas fico com as palavras finais do cronista, de agradecimento pelas lições de existência e o desabafo pessoal que por sua vez ganha o sentido universal, de se todos os ditos letrados fossem iguais à Lindacy. — Impossível não concordar com o cronista e seu lado humano de captar cada detalhe.

São três cronistas que se complementam de forma fantástica com várias outras crônicas incríveis. São crônicas para realmente ler em qualquer lugar e reacender o calor humano; é o despertar das ideias que compõem os laços da humanidade como o alçar do voo da borboleta.


Imagem da capa do livro "Crônicas para ler em qualquer lugar", por Xico Sá, Gregório Duvivier e Maria Ribeiro
Imagem da capa do livro "Crônicas para ler em qualquer lugar", por Xico Sá, Gregório Duvivier e Maria Ribeiro.


29 abril, 2026

Torto Arado: A luta da ancestralidade e a formação da identidade de um povo

O livro "Torto Arado", de Itamar Vieira Junior, não resgata a fala do povo em que a história é narrada. Mesmo não fazendo esse resgate da fala, ele conseguiu levar elementos e costumes antigos que ainda se encontram presentes em nossa atualidade; faz com que o leitor sinta-se, muitas das vezes, dentro do livro. O traço se torna contemporâneo e quebra a visão de regionalismo; ganha um sentido universal na medida em que a história é narrada, não como forma de resgatar as tradições apenas, mas de fazer com que o leitor seja levado ao contexto do que foi narrado por Bibiana e, mais à frente, Belonísia. No desenrolar da história, também dá para sentir a mudança de estilo de escrita, como se apontasse Belonísia com uma idade avançada. O autor soube diferenciar a forma que cada uma narra a história, o traço da escrita e o aspecto de cada uma: de alguém que foi ganhando uma visão politizada para alguém que se tornou da terra e que ganhou essa visão com o tempo, assim não unificando a narração e dando sentido ao contexto. A terceira personagem narrando a terceira parte do livro é Santa Rita Pescadeira, o que se faz necessário para amarrar a história que foi traçada da primeira parte até a última, lembrando que a história é dividida em 3 partes: Fio de Ferro, Faca de Ponta e Rio de Sangue.


A obra, se comparada com o regionalismo, em que muitas das obras descreviam a transição da região para a urbanização, a civilização de seu povo, o surgimento do comércio e da industrialização, ganha importância no fato de que houve a ocupação do espaço e de que havia sempre pessoas que ali chegavam na busca de moradia e trabalho; o desenvolvimento se torna a questão de visão política, do contexto social e da crença. De forma fluida e contemporânea, a obra ganhou um aspecto que tem chamado a atenção de diversos críticos literários: a renovação e a fluidez das ideias. O autor universalizou a obra de acordo com a visão de um autor de nossa atualidade, sem abrir brechas para que a leitura se torne cansativa. Essa visão não é uma forma de descartar as obras regionalistas escritas por pessoas daquela época; deve ser entendida como uma obra feita por alguém que já se encontra na contemporaneidade e sujeito a mudanças provocadas pelo tempo, visão também que vem a partir de anos e anos de estudos. Alguns comparam à Literatura Periférica; pelo contexto histórico é a partir da abolição que surgem as periferias; essa visão é importante na medida em que o ser passa a conhecer o contexto histórico presente no livro e a formação do povo, que por sua vez lutava por moradia e trabalho.


Nem toda obra tem que ser lida como regionalista somente pelo fato de ter sido escrita no Nordeste e conter os traços ou falas nordestinas. Desde que se sabe que há outros elementos presentes que podem oferecer outras classificações, a obra também é afrodescendente, no resgate de elementos tradicionais inseridos no contexto da história e seus elos políticos, sociais e humanos.


A terra Água Negra é um reflexo de um passado em que os que foram libertos na escravidão passaram a ganhar um pedaço de terra para morar e, em troca, pagar através do que produziam nessas terras. Bibiana descreve com precisão o quanto aquilo era um meio de exploração dos que ali habitavam diante do proprietário, que não somente cobrava o trabalho braçal, como também parte do que era ganho através das vendas externas. A necessidade da existência de escolas para que os filhos dos trabalhadores tivessem o direito de aprender a ler e a escrever despertou a sede de Bibiana de explorar outros lugares; logo surgiu o primo Severo, que queria sair de Água Negra para explorar outros ambientes; surgiu uma visão política.


A curiosidade de Bibiana e Belonísia de saber o que Donana guardava na mala é o aspecto de qualquer criança que quer descobrir os mistérios que lhe são reservados em segredo, porém havia a consciência de que, ao abrir aquela mala, iriam desapontar Donana, que muito nelas confiava. O acidente que ambas sofreram e a língua de Belonísia, que foi atingida, apontaram que não havia hospital em Água Negra e que tinham de ir para a cidade, o que matou a curiosidade de ambas em saber como era o caminho, diante da situação pela qual passavam. As mãos de Donana pesando em suas cabeças são, ao mesmo tempo, o sentimento de culpa e preocupação e a ligação de acontecimentos passados que voltava a preocupar. O pai seguia a tradição preparando ervas para curar a filha, mas a chegada ao hospital fez com que ele mudasse de postura como forma de não receber retaliação por seus feitos tradicionais. Como se entrasse na história de "Mil e uma Noites", onde se estabeleceu a justiça e a razão, houve o reconhecimento de Zeca Chapéu Grande de que a sua prática não era aceita e a ocultação de sua identidade. Voltando-se a Belonísia e a Bibiana, esse ciclo se fecha como dois elos de forma contrária: enquanto na história árabe Sherazade usa a palavra para adiar a morte, em "Torto Arado" o silêncio de Belonísia e a voz de Bibiana se tornam ferramentas de sobrevivência. Enquanto o pai oculta a voz para sobreviver ao sistema, como razão de sobrevivência, Bibiana expõe a voz para mudar o sistema, como razão de luta, e Belonísia usa o silêncio para não ser destruída por ele, como razão de existência. Quanto à mãe? Salustiana assume o papel da busca de compreensão dos elos.


Donana, por sua vez, busca dar fim à faca que carregava o peso de tragédias passadas e, em um gesto de tentativa de apagamento do trauma, enterra o objeto em uma área próxima ao rio, esperando que a terra e a umidade consumissem aquele segredo. No entanto, anos depois, após a fuga de Bibiana com Severo, Belonísia, já em sua fase de amadurecimento e solidão na fazenda, a encontra novamente ao cavar o solo. Esse ciclo se torna essencial na narrativa porque marca a transformação da dor em resistência e diferencia o papel das irmãs: enquanto Bibiana parte para lutar através da política e das palavras, Belonísia permanece como a força guardiã que preserva a ancestralidade no território. O que antes era um símbolo de mutilação e silêncio forçado, ao ser desenterrado, transmuta-se em um instrumento de justiça; a faca deixa de ser uma ferida na linhagem das mulheres da família para se tornar a ferramenta que, nas mãos de Belonísia, finalmente corta o ciclo de opressão imposto pelos senhores da fazenda.


A compreensão plena desse ciclo só se completa próximo ao final do livro, quando as camadas do passado de Donana são reveladas: a morte de seu primeiro marido e a violência de seu segundo companheiro, que culminou no abuso sofrido por sua filha, Carmelita. Revelam-se trauma ancestral, o assassinato do agressor cometido por Donana com aquela mesma faca e a subsequente expulsão de Carmelita. Ao desenterrar a faca, Belonísia não resgata apenas um metal, mas reconecta-se com toda a história de sobrevivência, substituição e silenciamento da linhagem de sua avó Donana.


E, é claro, diante desse contexto, há a necessidade de alguém que seja visto como uma 'cura dos problemas'. O autor soube colocar essa questão em que Zeca Chapéu Grande era, além de um líder de família, um curador da região através do conhecimento das ervas e das tradições que mantêm e sustentam os elos de todo um povo que se reencontra e se identifica; destaca-se a importância do terreiro em um ambiente em que muitos estavam ali ocupando espaço como meio de garantir a moradia e o alimento. O jarê tornou-se um espaço de resistência.


Surge a importância das parteiras e o seu papel fundamental: de Donana ao filho Zeca Chapéu Grande, que fazia esse trabalho e ao passar para a esposa Salu a responsabilidade de ser parteira. É mostrado também o fato de ele ser homem e o quanto isso o deixava constrangido, bem como a questão de receber entidades femininas e a caracterização de acordo com elas; Zeca Chapéu Grande tinha que fazer uso de saias. Isso não tirava dele a visão de importância que tinha para todo o povo que ali vivia e se instalava ao longo do tempo.


A descoberta da traição entre as irmãs Crispina e Crispiana foi mais um dos pontos alarmantes. A gravidez de ambas, causada pela mesma pessoa, é um dos pontos críticos que faz com que se reflita sobre uma questão delicada, não somente de traição, mas também de desolação, sofrimento e o enlouquecimento diante da descoberta e a busca de cura através da ajuda de Zeca Chapéu Grande. Ele teve que hospedar a paciente até a cura, apontando se a situação era curável. Uma delas perdeu o filho, e a que perdeu o filho virou mãe de leite; o que aproximou as irmãs novamente, isso foi o que ficou refletido na mente de Bibiana, pois ela viu todo o contexto e escutou de que o pai das moças queria matar quem as engravidou.


Apesar de muitos verem o relacionamento entre primos como pecado, não era estranho para aquela época e região pequena, em que muitos acabavam se atraindo e gerando família. Bibiana, ao entregar Belonísia para a mãe dizendo que ela estava com Severo, fez com que ela levasse uma surra; essa passagem mostra a inocência de duas crianças que ainda não tinham maldade e a forma com que os adultos as puniam. Aponta também o ciúme de Bibiana por ser a mais velha e mostra a visão avançada da irmã. O caso de Severo com Bibiana e a gravidez dela fizeram com que ela refletisse sobre o que escutou, despertando o medo da reação dos pais e de como as demais pessoas veriam isso. A necessidade de fugir tornou-se presente, não somente para lutar por uma vida melhor, mas pelo que poderia acontecer caso permanecessem em Água Negra.


Donana é o ser que ganha importância pela sua idade e vivência. Ela leva os leitores a momentos em que vemos senhores de idade falando sozinhos; cochichando palavras que, muitas vezes, tornam-se incompreensíveis, remetendo a lembranças de avós que falavam sós enquanto costuravam. Donana fala sozinha como forma de manter vivos os antepassados e seus acontecimentos, em um diálogo de conciliação, enxerga a neta como se fosse a filha Carmelita. O respeito aos mais velhos é o que a tradição preza; saber que ela já estava em idade avançada e trocando os nomes das netas, ou vendo o cachorro Fusco como uma onça. Ao longo da leitura, entendemos os motivos: a quebra de obrigação de assumir o jarê, o filho castigado ficando louco, a fuga e o que tornou Zeca Chapéu Grande uma peça importante para Água Negra.


Com a partida de Bibiana, Belonísia assume a narração, apontando a injustiça de terem que dar parte do que produziam para a família Peixoto através do gerente Sutério e o abuso de ele apropriar-se do que era plantado e vendido; isso mostra Belonísia deixando de ser criança. O surgimento de Tobias, escolhido pelo pai para morar com ela, reflete a época em que muitas não escolhiam com quem se relacionar. Bibiana foi diferente, e talvez por isso Belonísia tenha sentido como se tivesse traído a irmã com a denúncia do passado. Diante do mistério do chapéu grande, Donana passou a ser chamada apenas de Donana, e Zeca levou o restante do apelido.


Ao morar com Tobias, Belonísia deparou-se com a casa suja e sentiu vontade de voltar para os pais. O autor mostra que ela foi entregue ao papel de dona do lar; ela assumiu a tarefa como se fosse o normal da vida de um casal. Tobias vai trabalhar, comunica a Belonísia de que ela pode preparar o almoço. No retorno de Tobias, ele bebe, ela serve o almoço e fica ao seu lado, criando a ideia de fidelidade e submissão. O contato sexual era algo esperado, mas ela não sabia como começar; sentiu alívio quando não aconteceu logo na chegada, o que aconteceu pela noite, o silêncio de Belonísia representa também a sua violação; a leitura não tem que ser feita somente como se fosse um acidente anterior. A questão da agressão da mulher o que muito acontecia em Água Negra. A Maria Cabocla correu até a casa de Tobias e encontrou Belonísia, Maria Cabocla ficou com medo de apanhar do marido Aparecido. Isso fez com que Belonísia refletisse que Tobias também poderia se tornar um agressor físico, o que quase ocorreu mais adiante. Com o tempo, Tobias passou a chegar embriagado e a questionar Belonísia, até derrubar o prato de comida e gritar sobre o fato de ela ser muda. Ali nasceu o que se esperava: o homem assumindo o papel de quem dita as regras, vindo da criação, da religião e do que o Estado impõe.


A descoberta do falecimento de Tobias ocorre em uma trama de mistério. Belonísia torna-se viúva, carregando um fardo como o de Donana. No velório, a família esperava que ela demonstrasse sentimento, mas ela sentiu vontade de rir, embora soubesse que não soaria bem. Ela decide morar sozinha na mesma casa, uma decisão firme de autonomia, reconhecendo que o espaço lhe pertence pelo que cultivou. Maria Cabocla aparece novamente com medo do marido, e Belonísia vai ajudá-la, sentindo o instinto de arrumar o desarrumado. Maria Cabocla expulsa Aparecido, que questiona ser o dono da casa, enquanto os filhos clamam para que ele fique, habituados à violência. Belonísia preocupou-se com o sustento da amiga sem um homem, visão herdada dos antepassados, mas compreendeu a necessidade daquela nova vida.


O retorno de Bibiana e Severo trouxe a construção de uma casa próxima aos pais, mantendo os costumes. Bibiana torna-se professora, e Severo leva adiante ideias sindicalistas, respeitando Zeca Chapéu Grande. Zeca foi aposentado pelo Estado, o que via como indenização pelo suor derramado, após dificuldades com documentações junto aos proprietários. Com a morte de Zeca, o livro resgata sua história como José Alcino da Silva, algo necessário para dar sentido às partes anteriores. Também discorre sobre o contexto geográfico dos diamantes e a busca da riqueza.


Rita Pescadeira narra a morte de Severo, provocada pelos donos da terra, como o Coronel Salomão, como forma de silenciamento. Apesar de serem vistos como moradores, a exploração continuava sob uma falsa justiça de posse. Severo foi fundamental na garantia de direitos, e isso custou sua vida. Bibiana assume seu papel através da visão social e justiça. Na narrativa, percebe-se a terceira voz, de Santa Rita Pescadeira, que se mistura às vozes das irmãs. Após a morte de Severo, uma falsa investigação policial acusou-o descabidamente de tráfico de drogas, causando indignação. É a luta continuada pelo direito à terra e por casas que não sejam de barro, mas de materiais resistentes como as dos proprietários, casa essa que muitos nutriram a vontade de incendiar como forma de justiça pelo assassinato de Severo.


A personagem Estela entra em cena como forma de apontar que também havia o conflito religioso, já que ela era evangélica e tinha o papel de evangelizar e ir contra a tradição que ali foi cultuada. A esposa do novo proprietário, Salomão, mostrou que não houve apenas mudanças que geraram conflito entre as partes. A polícia se tornando presente e os crimes que passaram a surgir como forma de silenciar os demais fortaleceram a sede por justiça entre os que ali habitavam, mas houve também um choque político, cultural, social e religioso: o entendimento de que aquele povo é quilombola e a tentativa de negação de suas raízes.


A obra revela que, diante do apaziguamento que Zeca Chapéu Grande estabeleceu com os proprietários da terra como forma de demonstrar gratidão pela moradia e trabalho, Severo teve uma grande importância na conscientização da população que ali habitava. A morte de Zeca trouxe um novo roteiro, assim como a venda das terras para um novo proprietário, o Coronel Salomão. Mais adiante, a morte de Severo foi o estopim para que a luta por justiça ganhasse força real. O assassinato injusto e o descaso das autoridades romperam o antigo vínculo de gratidão e silêncio que antes impedia o confronto. A partir desse evento, a indignação de Bibiana e de todo o povo transformou-se em uma consciência política ativa, provando que a justiça não seria concedida de forma pacífica, mas sim conquistada através do reconhecimento do próprio histórico de exploração e do direito legítimo à posse da terra e indenização.


Portanto, Itamar Vieira Junior conseguiu, através da sua obra "Torto Arado", apontar o lado social e humano de todo um povo que conseguiu sobreviver aos impactos da abolição e suas consequências. Estas levaram os demais a lutar pelos seus direitos de moradia e pelo não apagamento de suas raízes, firmando-se no que já lhes pertence por direito e no seguimento da luta por justiça, não somente contra o que o reflexo do antepassado tentou vetar, mas também contra o que, na atualidade, ainda tentam negar de forma disfarçada.

Referência de leitura: VIEIRA JUNIOR, Itamar. Torto Arado. 1. ed. Rio de Janeiro: Todavia, 2019.


Foto: Giovanni Marrozzini/Intercept Brasil.



22 fevereiro, 2026

O Brasil Tem Presidente de Verdade!

Quem trabalha não rejeita o governo Lula , porque reconhece que hoje em dia tem o presidente que trabalha com políticas públicas, quem trabalha com políticas públicas trabalha contra as desigualdades. O presidente que não congelou o salário, como muitos senhores querem, o Lula deu aumento significativo ao salário, o governo Lula trabalha para garantir e preservar os direitos trabalhistas coisa que muitos governos de direita querem vetar. Projetos de leis criados para que pessoas de menos condições possam comprar o gás de cozinha, poder pagar a conta de energia elétrica, poder ter o alimento de cada dia (o Brasil saiu do mata da fome novamente, essa luta continua), isenção de imposto para quem ganha até 5000 (cinco mil reais) é um grande reparo histórico, a luta contra a escala 6X1 continua (pelo direito de trabalho justo e menos cansativo).
Na imagem aparece o presidente Lula seguida das palavras: Eu não estou governando para o mercado, e sim para o povo.
Eu não estou governando para o mercado, e sim para o povo. - Presidente Lula



Hoje em dia temo um Congresso que luta não somente contra o governo, Lula, quanto a toda sociedade brasileira, Congresso esse que foi capaz de vetar projetos de leis, assim contribuindo para o aumento da conta de energia elétrica, temos também um mercado que lucra as custas da sociedade brasileira, diante ao pequeno valor que o botijão de gás é repassado (nada justifica), principalmente quando sabemos o valor que os botijões são repassados para as distribuidoras. Graças ao governo Lula que foi feito um grande desmonte contra os que estavam roubando dinheiro do INSS, dinheiro esse que vem sendo devolvido aos aposentados, no governo Lula a polícia federal trabalha com independência e sem a interferência do governo, vemos grandes resultados até banqueiros sendo investigados e punidos por esquemas de lavagem de dinheiro. O Brasil está indo no caminho certo com o governo Lula, governo esse que continua fazendo história!

Na imagem o presidente Lula e inclusão das suas palavras: A razão da nossa existência é levantar e melhorar a vida do povo. - Presidente Lula
A razão da nossa existência é levantar e melhorar a vida do povo. - Presidente Lula



28 julho, 2025

Sair do Mapa da Fome Já é um Grande Passo!

  O Brasil saiu do mapa da fome, temos muito a nos alegrar e temos também muito que lutar, não basta apenas esse informe da ONU, sabemos que ainda há muito a ser feito, pela sociedade em si. Transformação social quem faz é a sociedade, sabemos que a necessidade de sair da zona de conforto é muito grande, mesmo saindo do mapa da fome a fome continua, não apenas a fome quanto também o abandono e é mais que necessário a criação de novas políticas públicas que venha a atender a sociedade em si, não basta apenas eleger um ou mais políticos e esperar que tudo caia do céu.


  É claro, que muita gente nega que o Brasil saiu do mapa da fome, até porque o que todos querem é nada mais e nada menos que uma condição de vida melhor e o direito de se alimentar ao menos 3 vezes ao dia, o Brasil é imenso, ainda há muito a ser feito, a notícia é boa, porém não pode de forma alguma ver essa notícia como forma de cruzar os braços e fazer uma maquiagem. É necessário alcançar as áreas mais necessitadas, áreas que ainda não estão sendo inclusa e apoiar pessoas que não estão conseguindo meios de se estruturar. Tem que ser feito todo um mapeamento e desenvolvimento na luta contra a fome ainda, não apenas a fome quanto também contra ao abandono, não há como negar que no nosso país há muita gente em condição de rua, ainda há muita gente sem apoio e meios de sair de certa situação escassa, que contribui para a desigualdade do nosso país.


  Falando em abandono, pessoas em condição de rua, tudo isso contribui para o aumento da violência em nosso país. O Brasil tem tudo para crescer, tem tudo para dar uma condição de vida melhor para a sociedade em si, que não caiamos no "Ouro de Tolo", que lutemos pelos nossos direitos em todos os meios, não queremos só comida (claro), queremos "comida, diversão e arte", todos nos temos sede, tudo vai depender da minha sede e da sua sede. Queremos justiça tributária, queremos projetos sociais, queremos investimento na educação, queremos segurança pública (o direito de ir e vir), queremos geração de emprego, queremos o fim da escala 6X1, queremos que respeitem os nossos direitos quanto cidadãos e cidadãs pagadores e pagadoras de imposto, queremos uma reparação histórica. Sair do mapa da fome já é um grande passo, e ainda há muito a ser feito (óbvio).




Feliz é o País Que Sai do Mapa da Fome

 O Brasil saiu novamente do mapa da fome, mais uma grande conquista do governo Lula, que por sua vez mostra a importância das políticas públicas como meio de combater a fome no nosso país, através dos programas sociais.


  Todos os santos dias o governo Lula vem mostrando para a sociedade brasileira que o Brasil tem tudo para crescer. O combate a fome é de suma importância, é a sociedade brasileira em si aos poucos voltando a sorrir, pelo direito de se alimentar ao menos 3 vezes aos dia.


  Que o nosso país sirva de exemplo para vários outros países, a luta contra a fome tem que ser feita todos os dias, combater a fome e levar o alimento de cada dia na mesa da sociedade, é garantia de dignidade é o combate a desigualdade também, que a partir disso seja gerado mais emprego e muitas outras políticas públicas, que por sua vez faz uma grande diferença. 





16 julho, 2025

Para o Donald Trump Não Basta Ser Um Charlatão?

   O Trump mostra que não basta ser um charlatão, tem que ser muito e muito canalha e cara de pau, aplicou tarifa de 50% nos produtos brasileiros e agora quer investigar o Brasil, alegando "práticas desleais" que restringiram o comércio americano. Os EUA elegeu um governo doente, paranóico e esquizofrênico, é necessário barrar o Donald Trump o mais rápido possível, pois quem vai arcar com as consequências do governo Trump é os estadunidenses.

 O governo Trump cria tudo que é tipo de tarifa, tenta intimidar os demais países através dessas tarifas de 10%, 50%, 100%... Há crime maior que esse? O Trump quer criar uma guerra comercial. Quem vai investigar os EUA? Quem tem que ser denunciado e investigado mesmo são os Estados Unidos. 

  O Trump pouco se importa com os princípios da carta da ONU, passa por cima da própria constituição dos EUA, quer ganhar tudo no grito, mas por sua vez não passa de um charlatão, um verdadeiro canalha e covarde.

  É necessário que todos os países se unam, isso mostra a importância do Mercosul e da BRICS, que venhar a surgir outros membros interessados.  



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