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05 julho, 2026

O verdadeiro incômodo da elite não é o gesto, é a inclusão: Políticas Públicas incomodam — e muito!

Mostrar o dedo do meio para uma elite careta incomoda muito — uma elite que vive zombando da cara dos que nada têm para chamar de seu. Diante de tantos discursos necessários do presidente Lula, o que causa verdadeiro rebuliço não é a defesa de que o pobre também merece coisas boas e direitos fundamentais.

A questão central é que reagir contra essa turma ainda é pouco diante da situação em que muitos se encontram no país. O combate às desigualdades se faz com políticas públicas, e o governo Lula vem atuando firmemente nessa frente. Se há algo que incomoda profundamente essa gente, é a criação de mecanismos que possibilitam direitos e acessibilidade para todos, seja na saúde, segurança, lazer, direitos trabalhistas ou no sistema de cotas.

O Brasil atualmente vem sendo palco de uma das maiores reparações históricas de todos os tempos. Quanto a isso não há dúvida alguma: a luta pela taxação dos super-ricos que acumulam fortunas — riquezas essas vindas, muitas vezes, da exploração do trabalho — é mais que válida e deixa essa turma indignada. A isenção de Imposto de Renda decretada pelo Governo Federal para quem ganha até R$ 5 mil, combinada com descontos para rendas de até R$ 7.350, é um dos maiores avanços para quem luta por igualdade social. É uma conquista histórica para um povo que muito sofreu e, em certos pontos, continua sendo injustiçado há mais de 500 anos.

Quem imaginou que um dia o trabalhador brasileiro teria o direito garantido por lei de se ausentar do trabalho por até 3 dias ao ano para realizar exames preventivos essenciais, sem qualquer corte no salário? Essa medida, que fortalece a CLT, agora obriga todo empregador a informar e conscientizar seus funcionários sobre a prevenção à saúde. É a dignidade do trabalhador sendo colocada em primeiro lugar.

O mundo está de olho no nosso país e não estamos isolados em nossas decisões. Não é à toa que os EUA tentam impor um tarifaço contra os produtos brasileiros, usando como pretexto a funcionalidade e o sucesso do nosso PIX, que hoje ameaça o monopólio das grandes corporações financeiras americanas. Mas o incômodo internacional vai além: reflete a eficácia de um modelo soberano e humanitário. Com programas sociais robustos, o governo brasileiro resgatou o país do mapa da fome e elevou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), provando que o desenvolvimento real só acontece com inclusão e justiça social.

Estamos sendo palco de grandes transformações que chamam a atenção de vários outros países, e a mobilização pelo fim da escala 6x1 é uma das frentes mais urgentes dessa virada histórica. É uma pena que ainda enfrentamos um Congresso que tenta, a todo custo, barrar esse avanço e criar emendas que visam, nada mais, nada menos, que agredir os direitos trabalhistas. A intenção de muitos ali é apenas atender aos interesses do mercado, alegando falsamente que o país vai quebrar. Esse mesmo discurso alarmista foi usado no passado contra os nossos antepassados quando lutavam pela jornada de 8 horas diárias, por melhorias salariais, pelo direito ao décimo terceiro e por segurança no ambiente de trabalho. O roteiro deles é velho, mas a nossa luta é atual.

O presidente Lula, vestindo terno escuro, gravata e chapéu fedora preto, segura um microfone com a mão esquerda enquanto faz o gesto do dedo do meio com a mão direita. Ele fala em um púlpito de madeira, tendo a bandeira do Brasil ao fundo.
Imagem reprodução.


30 maio, 2026

A Farsa do Combate ao Crime e o Jogo do Entreguismo: A Face de Quem Já Perdeu a Dignidade no Jogo Político

Muitas vezes, as pessoas se deixam levar por esse grupo dos Bolsonaros. Com essa turma não se brinca: eles mentem descaradamente, manipulam e enganam sem mais nem menos. O senador Flávio Bolsonaro pouco se importa com o combate ao crime organizado, assim como demonstra não ligar para a soberania do nosso país. Dependendo dele e de seus aliados, o Brasil corre o risco de se tornar o quintal dos Estados Unidos, entregue à macroeconomia deles e refém de suas leis restritivas e retaliações.

Os eleitores precisam ficar cientes do que realmente significa a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos EUA. É necessário que a sociedade aborde esse tema com propriedade, pois o objetivo de fundo é fazer com o Brasil o mesmo que fizeram com a Venezuela. Inclusive, muitas das instituições financeiras brasileiras correm o risco de se tornarem reféns das sanções norte-americanas.

Essa ala política tenta promover uma verdadeira lavagem cerebral na população, desviando o foco dos principais assuntos, como o caso do Banco Master e os possíveis envolvimentos do próprio Flávio Bolsonaro, de Jair Bolsonaro e de Eduardo Bolsonaro. Querem pintar o governo Lula como se fosse defensor do PCC e do CV quando, na verdade, não é. O debate central gira em torno da soberania nacional e da luta que já vem sendo travada dentro do nosso próprio território contra o crime organizado.

É fundamental destacar que o governo federal criou o programa Brasil Contra o Crime Organizado, com um investimento de 11 bilhões de reais. Essa iniciativa tem surtido efeitos práticos de forma eficaz, bloqueando e rastreando bens e combatendo a lavagem de dinheiro das facções criminosas. Convido os leitores a pesquisarem sobre o programa Brasil Contra o Crime Organizado e a perceberem a importância dele. Que tal?

Não adiantará recorrer a esse jogo de entreguismo que caminha na contramão do desenvolvimento nacional. O Brasil tem pleno potencial para crescer e a família Bolsonaro não continuará destruindo o país com falsas propostas de salvação. Flávio Bolsonaro terá que responder por suas ações; o governo Lula não tem nada a temer. A estratégia que a oposição adota hoje serve apenas para desgastar a sua própria imagem, que já carrega o peso do histórico político de seu progenitor. Diante disso, a defesa da soberania e das instituições brasileiras permanece como o único caminho viável para o futuro da nação.

Imagem gerada por IA: Reunião com pessoas analisando mapas e relatórios sobre soberania e segurança nacional. Na mesa, notebook e jornais em destaque informando sobre o combate ao crime e denúncias políticas.
Imagem gerada por IA: Reunião com pessoas analisando mapas e relatórios sobre soberania e segurança nacional. Na mesa, notebook e jornais em destaque informando sobre o combate ao crime e denúncias políticas.


16 julho, 2025

Para o Donald Trump Não Basta Ser Um Charlatão?

   O Trump mostra que não basta ser um charlatão, tem que ser muito e muito canalha e cara de pau, aplicou tarifa de 50% nos produtos brasileiros e agora quer investigar o Brasil, alegando "práticas desleais" que restringiram o comércio americano. Os EUA elegeu um governo doente, paranóico e esquizofrênico, é necessário barrar o Donald Trump o mais rápido possível, pois quem vai arcar com as consequências do governo Trump é os estadunidenses.

 O governo Trump cria tudo que é tipo de tarifa, tenta intimidar os demais países através dessas tarifas de 10%, 50%, 100%... Há crime maior que esse? O Trump quer criar uma guerra comercial. Quem vai investigar os EUA? Quem tem que ser denunciado e investigado mesmo são os Estados Unidos. 

  O Trump pouco se importa com os princípios da carta da ONU, passa por cima da própria constituição dos EUA, quer ganhar tudo no grito, mas por sua vez não passa de um charlatão, um verdadeiro canalha e covarde.

  É necessário que todos os países se unam, isso mostra a importância do Mercosul e da BRICS, que venhar a surgir outros membros interessados.  



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