Serpenteia o ser na aurora.
Da fuga - desespero;
Da fisgada - refúgio;
Da penumbra - assombro;
Do escombro - reencontro.
Lá fora a chuva e o girassol
No olhar o brilho do sol
E todo um amarelo de náusea.
No óculos gotículas de lágrimas
E todo um papel vazio.
Sem poema,
Sem prosa...
O nada.
![]() |
| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe o seu comentário, pois ele é bem vindo!