Citando fúria,
Sou uma mariposa
Maquiada,
Soltando esporo,
Sou a mais frágil
De todas as derrotas,
E solto palavras de amores
Como defesa.
Sempre dos que amam
Me incorpora
Amo tudo, a vida,
A morte, a estrada,
A sorte, a pedra
O refugio...
E no fim não passo
De um beija-flor
Lambuzado, tomando uma
Superdose de amor. Oh!
Ilusão camuflada
Num vermelho e azul
Tristes neblinas.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |

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